Por vezes conseguimos encontrar na nossa própria terra sítios que normalmente nos passam ao lado, mesmo que já lá tenhamos estado, qualquer que tenha sido o contexto. Tomamos consciência do lugar quando com calma e tempo nos damos conta do quão aprazível ele é.
Sentado naquela esplanada tive a agradável sensação de ser um turista na minha própria terra e de já estar a gozar umas merecidas férias. Contudo, não estava. Era fim-de-semana e gozava aquela tarde de Domingo confortavelmente sentado à sombra de um chapéu. Um Ice Tea, um jornal, a máquina fotográfica e as minhas companhias: A Alícia e a Tânia. Enquanto conversávamos e tirávamos umas fotos para mais tarde recordar, saquei da mala o meu caderno de capas pretas e desatei a escrever o que me ia na alma – estas linhas e mais algumas notas. Muito bom, mesmo! E, no entanto, estava a apenas a um quilómetro de casa, a uma altitude de 120 metros em relação ao nível do mar, bem perto do suberco. O promontório era já ali e, lá em baixo, a praia estava à pinha, tanto que vista de cima parecia não caber nem mais uma toalha estendida. O mar estava óptimo, bom para uns mergulhos – já da temperatura, provavelmente, não se poderá dizer a mesma coisa.
Claro, também gosto daquele ambiente mas com muito menos gente – assim há demasiada confusão e, convenhamos, não trocava este momento em que escrevo estas linhas no meu caderno, esta sombra, e esta companhia por nada deste mundo.
Sítio da Nazaré, 25 de Julho de 2010
1º Avariou o display e parte do teclado... assim, de um dia para o outro sem nada de especial acontecer!
2º O teclado só tem algumas funcionalidades – pelo menos dá para introduzir o pin, mesmo “às escuras”!
3º Só se “vê alguma coisa pelo ouvido”! (isto é preciso perceber)
4º A única coisa que faz é receber chamadas... mas só sei quem é depois de atender – ou não!
5º Qualquer problema, e são muitos os bloqueios (p.ex. não desliga), tira-se a bateria e volta-se a colocar! Resolvido, mas chato!
6º O Cartão tem um crédito superior a 10€... mas já passou a validade – Também, os botões não funcionam e por isso não dá para fazer chamadas!
7º Acabou de terminar a validade para receber chamadas...!
8º Espaço para qualquer coisa que me esteja a esquecer de apontar!
9º Está pronto para ser arremessado contra a parede!
10º A última vez que fiz isto a um telemóvel foi um bocado para cada lado – depois de montado funcionou!
11º Acabei de fazer um buraco enorme na parede...! Baptizei à cratera vertical de “buraco sonyEricsson”
12º Ir ao Trindade comprar 100 gr de cimento branco, 100 gr de gesso e uma latinha das mais pequenas de tinta branca – se a vizinha tiver um bocado de cal também resolve! Há quem use pasta de dentes!
13º Número da sorte – ou do azar: O Telemóvel fez-se em merda e não tem salvação possível.
14º Entretanto foi substituído e o número actualizado.
15º Quem tinha de ter o número já tem. Se não o tem, não faz mal, é porque não precisa dele. Obrigado!
Há coisas que nem no plano da teoria acreditamos que venham a acontecer... mas, se a Grécia lançar o pânico na Europa e resolver rasgar o "trunfo" (que é o acordo com a troika porque já encaixou 80 mil milhões do plano de resgate e deve 250 mil milhões aos parceiros europeus) importa perguntar se isso é infecto-contagioso?
Pergunta-se, ainda, se Portugal já comprou a vacina para isto?
... importa dizer que, se por ventura o serviço nacional de saúde ficar em causa com as medidas, cada vez mais anti-sociais, que este governo está a impor aos Portugueses e José António Seguro vier para a rua, como aliás disse esta semana numa entrevista, tenho a certeza que a grande maioria dos cidadãos estão com ele, e este, que escreve estas linhas, é só mais um entre muitos. Já devia ser hoje, isto está a ficar um bocado “descontrolado” e quem se lixa é sempre o mexilhão!
Não querendo ofender quem quer que seja, até porque isto é sempre um tema controverso, depois de olhar para esta foto a pergunta impõem-se: Será que Steve Jobs reencarnou num cão rafeiro?
Foi o que ela fez quando lhe pediram uma das suas melhores imagens para valorizar o seu Currículo Vitae. Como não tinha nenhuma fotografia disponível impressa, desenrascou-se! E você, costuma juntar uma imagem sua ao Currículo?
Naquele Sábado, 8 de Outubro de 2011, deitado na minha toalha de praia em frente do S. Miguel, mais ou menos a meio da sua extensão mas já muito perto do mar, escutei, sem que para isso fizesse algum esforço, uma conversa entre um nazareno emigrante no Canadá conhecedor profundo das realidades, logo das diferenças, entre os dois países; um nazareno ex-emigrante no Canadá e EUA mas já há muitos anos entre nós; duas senhoras de fora, palecas portanto, mas a viverem na vila durante o período das férias e em alguns fins de semana durante o ano; aos quais se juntou mais tarde outro nazareno de gema, como se costuma dizer. Os temas abordados durante a conversa foram abrangentes e tiveram uma evolução natural interligando-se entre eles à medida que iam avançando: Praia; mar; a vila antigamente; a vila actual; as pessoas; a política local e nacional; a economia; o lixo e a sua problemática ao nível da vila; a vida de cada um deles e de outros também (!) ; enfim, uma série de temas que formaram uma teia algo complexa, contudo, bastante interessante. A conversa decorreu sem problema algum apesar de alguma discordância entre eles – o que é absolutamente natural e bom para a troca de ideias.
Embora não tenha participado naquele fórum em fato de banho beira-mar, foi agradável ouvir durante mais de uma hora tantas opiniões e tomadas de posição onde muitas ideias iam surgindo em relação a alguns assuntos mais de índole política, económica e ambiental – puro senso comum; bom senso, portanto, que é aquilo que falta muitas vezes a quem governa os destinos do país e da autarquia.
Ainda ali, deitado na toalha a ouvir aquela conversa, enquanto olhava o mar e quem por lá passava, regalava-me naquele sol de Outono – bem melhor que o do Verão passado, diga-se – pensei: “esta conversa teria dado um óptimo programa de rádio”. Teria dado mesmo um “Vai Ó Mar Tonhe!” bastante especial, tirando alguns pormenores que não se poderiam reproduzir aos microfones. Não por censura ou coisa que o valha, mas porque simplesmente há coisas que numa conversa entre amigos ou conhecidos se dizem, que não se devem dizer exactamente da mesma maneira, livremente, para os microfones de uma rádio.
Não posso terminar estas palavras sem dizer que a nota dada por todos eles ao executivo nazareno foi bastante negativa, diria mesmo que se fosse uma avaliação não teria passado de um medíocre.
Nelson
27 /Out./2011Blaves com a amostragem daquilo que foi o "Vai Ó Mar Tonhe!" na edição 63 (a 14ª edição da 4ª série) de 6 de Maio 2012:
Os primeiros dois minutos do programa;
Caldeirada da Semana com o peixe miúdo e Peixe Graúdo;
E, o final desta edição.
Ouça a totalidade do programa em podcast no facebook ou no blog da Companha: Link1 Link2 Link3
Porque hoje é Sexta-feira, é altura de ir à loja com o sentido de obter o melhor produto ao melhor preço possível ou não estivéssemos em crise, para que estas mini férias de 4 dias sejam no mínimo bem passadas.
Há que ter em conta quem nem toda a gente gosta de um produto engarrafado qualquer! Basta procurar nas respectivas prateleiras o produto que mais o satisfaz. Mas, atenção beba com moderação, não se embebede. Se isso não for possível de evitar, vá-se lá saber porquê, não conduza!
Apanhado numa máquina de café ao abrigo do novo acordo ortográfico que diz – escreve-se como se pronuncia, ou melhor, o que não se pronuncia, não se escreve! Ora se alguém diz mal, logo escreve bem se reproduzir fielmente o que diz, com regra de português e tudo: O “S” no meio de duas vogais vale “Z”. Assim aquilo sairia algo com “Sem Azucar”. Assim se vai escrevendo bem... mal! Provavelmente esta pessoa terá um problema de expressão a nível da fonética e, como tal, deverá dizer, logo escrever, em vez de “sal”, “Zal” – também ao abrigo das regras deste descabido acordo que de cultural nada tem.
Com este acordo estamos no terreno perfeito para aqueles que não dão uma para a caixa poderem alegar quando confrontados com os erros palavra sim, palavra sim, que, escrevem ao abrigo do acordo ortográfico porque existe sempre a oportunidade de se pronunciar as tais palavrinhas de maneira diferente dependendo do sotaque de cada um. Chega a haver o cúmulo de existir uma palavra que se pode escrever de 27 maneiras diferentes. Certa vez li isso na internet em algo relacionado com o (des)acordo mas, por pena minha, não fixei a palavra nem o sítio onde isso está escrito. Se souberem alguma coisa digam... “Sejam livres de comentar”, não o vídeo como o outro diz no YouTube, mas sobre as tais palavrinhas multifacetadas.
Porque hoje é dia 26 de Abril importa relembrar que ainda existe este dia - Dia Mundial da Propriedade Intelectual [link]
Lembram-se desta publicidade à Levis? Ela é a modelo portuguesa Ana Cristina Oliveira e foi censurado na Grã Bertanha em 2008 - puritanos dum raio!
Os políticos, de um modo geral, não souberam valorizar o bem que os militares de Abril e o povo lhes colocaram nas mãos [link]
Obrigado por tudo, [meu] Capitão!
O milho (Zea mays), também chamado abati, auati e avati, é um conhecido cereal, cultivado em grande parte do mundo. O milho é extensivamente utilizado como alimento humano ou ração animal, devido às suas qualidades nutricionais. Todas as evidências cientificas levam a crer que seja uma planta de origem americana (in Wikipédia).
Mas, nada de dúvidas, esta espécie que se vê na foto é milho da Nazaré, e do bom!
Para quem não sabe, hoje também se comemora o dia mundial do Ziper, ou se quiserem, do fecho de correr, ou ainda, do fecho eclair.
Já agora, amanhã é dia mundial do quê? Ainda haverá dias disponíveis para serem dias mundiais de qualquer coisa?
Será que os Reis também podem ser demitidos por uma assembleia (?) - que nesse caso não poderia ser da república mas muito provavelmente uma outra assembleia ou uma câmara qualquer com poderes para tal uma vez que em Espanha existe uma monarquia parlamentarista. Não, penso que não é possível, pelo menos de um modo normal.
Acontece que aquilo que o Rei Juan Carlos I - rei das Espanhas - foi fazer ao Botswana não foi bem uma coisa normal. O resultado ficou à vista - partiu uma anca em três sítios e agora vai ficar afastado por 45 dias das suas funções. Cá para mim ficava era já na reforma que já tem idade para isso! Sobre essa deslocação que fez ao Botswana para caçar Elefantes ficava aqui bem um lacónico – sem comentários – para logo me apetecer dizer – é uma pena! Devia era ter partido outra coisa que não ficava bem aqui dizer, mesmo em forma de desabafo. Então uma pessoa, com tudo aquilo que lhe é inerente – a mais alta figura da monarquia espanhola e presidente honorário da WWF (ena, um rei presidente!), vai caçar elefantes numa altura de austeridade, também, para os espanhóis. E os animais? Como é? Coitados dos elefantes! [1] [2]
Grupo Desportivo Nazarenos não perdem há 20 jogos para o respectivo campeonato tendo ganho em casa por 5 bolas a zero ao CC Ansião na passada jornada, a 24ª. Na próxima jornada, 25ª, vamos visitar o actual 1º da tabela, o CCR Alqueidão Serra com 58 pontos, na qualidade de 3º classificado com os mesmos pontos, 50, do segundo, o A.D. Portomosense - mas há que ter fé, temos a defesa menos batida do Futebol Distrital de Leiria desta divisão de honra. A BIR precisa urgentemente de pontos para sair da linha de água e vai ter um jogo dificilíssimo em casa com o actual 2º classificado, precisamente o directo adversário dos Nazarenos, o A.D. Portomosense.
Força para as equipas do concelho da Nazaré.
Tabela classificativa via Futebol Distrital de Leiria
Gostaria de dar um conselho às mães que gastam fortunas a comprar frango assado para os filhos e depois os putos só comem as pernas das ditas aves. Comprem apenas cuvetes com perninhas das ditas aves, ou vêm-se na contingência de ter de comer todo o resto do frango - o pior no meio disto tudo é que as mães, quase todas elas, também só gostam de perninhas, assim já podem dar largas ao apetite sem estragar a festa aos filhos. Outra vantagem é que os putos vão comer o dobro daquilo que comem porque se cada frango tem apenas duas perninhas, a cuvetes têm no mínimo uma dezena delas.
Não se esqueçam de fazer conta com os outros e guardarem os ossos para os nossos amiguinhos de quatro patas.
Há coisas na vida de um homem que, tal como a própria vida, têm um final e têm de se jogar fora para o caixote do lixo. Umas vão para a reciclagem e sempre terão uma segunda oportunidade, outras há que, não sendo recicladas, vão directamente para aquilo a que chamamos de aterro sanitário - lembro-me de em pequeno ouvir chamar a isso de "sovila"...!?
No caso da roupa, aquela que não queremos usar mais, pode ir para aqueles contentores de recolha que se encontram espalhados um pouco por todo o país - isto é válido se essa roupa ainda estiver em razoáveis condições de outros a usarem sem problema ou que apenas precisem de um ligeiro reparo aqui ou ali, um botão ou uma costura, nada de mais. Mas, outras peças há, que não se deve querer que os outros a usem, até por uma questão de higiene, como é o caso das meias - detesto que lhes chamem peúgas - e as cuecas e os boxers. Sim podem-se lavar, mas...!
Assim nada mais fácil que agarrar nessas peças sem elástico e jogar fora. No caso das meias que andam sempre a cair ou que até deixam um miguelito à espreita ou mesmo o calcanhar – que, nesse caso, passa a ser de Aquiles. Fácil de deitar fora para o balde do lixo é também aquelas cuecas que já não se seguram no sítio e que andam a fugir a todo o instante para o rego do traseiro – ó impressão danada! Os boxers que percam a sua elasticidade – só uso justos com alta percentagem de licra – esses também vão de galhetas embora seja mais frequente acontecer com as cuecas tradicionais. Mas, não sei porquê, não consigo colocar nenhuma destas peças no lixo sem obedecer primeiro a um ritual - faço mesmo questão: Trata-se de os rasgar completamente com as próprias mãos, isto quando não uso os próprios pés para prender uma das pontas e puxar pela outra – desfaço o que resta daqueles elásticos resequidos. E, depois há que encarar – não adianta andar mais com aquilo que só nos incomoda. As fábricas de lingerie, mesmo para homem, estão aos berros a pedir socorro.
... de ar, e bom fim de semana, e, se estiver com problemas depressivos ou de qualquer outra natureza, não se faça esquisito e faça-o em Manic Mode! Para recomeçar clic em Fresh Sheet. Bom divertimento!
Certo dia na esplanada do café farol, na Nazaré, instalou-se numa mesa a meu lado um casal de espanhóis. Até aqui nada de novo. Mas, logo de seguida, um deles tirou de dentro de uma mala, que levava ao tiracolo, um tapete que colocou debaixo da mesa. A minha reacção foi pensar logo – é uma pena! Mas, logo de seguida espantei mais ainda: o outro tirou de uma mala que também transportava ao tiracolo, um cãozito tão pequenino. Coitado do cão, ou melhor,... da amostra de cão! É uma pena se não tem um tapete para se deitar... comer e beber. O que tinha o tapete ainda tirou de dentro da mala dois recipientes. Tinham uma lata de comida – a amostra não come aquilo tudo, pensei – e pediram uma garrafa de água de litro e meio – era para os três, presumo. Há animais que são mais bem tratados do que muitas pessoas.
Na verdade também me apetecia colocar muita gente dentro de uma mala, dar-lhes comida de lata na rua em cima de um tapete e andar com eles pela trela só para depois ter o prazer de os abandonar!